Relatos
O que as famílias dizem depois de passarem pela Cambuci
Relatos reais de pessoas que participaram dos programas — Clube de Tarde, Estadia de Alívio e Residência Mensal.
Voltar ao início6+
anos em Vila Mariana
230+
famílias atendidas
4.7
média de avaliação
92%
renovam ou indicam
O que dizem
Relatos de quem conhece a casa
Cristina Mello
Filha de residente · Vila Mariana
A minha mãe entrou na Cambuci por duas semanas enquanto eu viajava a trabalho. Antes de ela ir, eu ficava preocupada com tudo — como ia se alimentar, se ia sair de casa. Voltei e ela estava bem, descansada e falando das tardes na casa com prazer. O relato que recebi por escrito foi uma surpresa — não era uma lista de coisas que ela fez, era uma descrição de como ela estava. Isso me ajudou muito.
julho de 2025
Jorge Almeida
Participante do Clube · Moema
Comecei no Clube de Tarde em abril. Moro a dez minutos a pé e vou três vezes por semana. O coral é o que mais gosto — na sexta-feira fico esperando. O cinema às quartas também é bom, o pessoal da casa escolhe os filmes e às vezes debatemos depois. A única coisa que poderia melhorar seria ter um dia a mais por semana, mas entendo que não é o formato.
julho de 2025
Roberta Borges
Filha de residente · Paraíso
A minha avó mora na Cambuci há oito meses e a família toda visitou em horários diferentes — de manhã cedo, à noite, sábado e domingo. Nunca tivemos problema de horário. Ela diz que o que mais gosta é poder tomar café com as outras pessoas da casa sem precisar pedir para ninguém. A cozinha tem personalidade — cada dia é diferente.
junho de 2025
Lúcia Pacheco
Participante do Clube · Aclimação
Tenho setenta e oito anos, vivo sozinha e não preciso de nada além de companhia nas tardes. O Clube é exatamente isso. Quando chego, tem café esperando. Quando vou embora, alguém me acompanha até o apartamento. O preço é razoável para o que é. Já indiquei para duas vizinhas.
julho de 2025
Felipe Martins
Filho de residente · Santo André
Meu pai passou duas semanas na Estadia de Alívio em maio. Fui visitá-lo no segundo dia e ele estava sentado na sala conversando com outra pessoa. Até então eu achava que ele não gostava de conversar com estranhos. A ligação diária que recebi da coordenação ajudou bastante — era curta, mas suficiente para saber que estava tudo bem. Não tirei quatro estrelas por causa dele, tirei porque o banheiro poderia ser maior.
junho de 2025
Ana Silveira
Residente mensal · Vila Mariana
Moro na Cambuci há quatro meses. Antes morava no meu apartamento a três quarteirões daqui. Não queria sair do bairro e não precisei. A Rua Domingos de Morais é a mesma, as lojas são as mesmas, a missa é no mesmo lugar. O que mudou foi que agora tenho almoço pronto, roupa lavada e gente por perto. Não é pouca coisa.
julho de 2025
Histórias detalhadas
Dois percursos que vale contar
Estadia de Alívio · 14 dias · junho de 2025
Situação inicial
A filha de uma senhora de 82 anos havia trabalhado sem folga por três meses, acumulando cuidados sem nenhum período de descanso real. A mãe era independente, mas precisava de atenção diária que a filha já não conseguia manter com a mesma qualidade.
O que aconteceu
A mãe ficou duas semanas na Cambuci. Participou do programa da casa, recebeu a filha em três visitas durante o período, e a coordenação ligou diariamente às 18h com um recado breve sobre o dia.
Resultado
A filha descansou de verdade. A mãe voltou para casa mais disposta do que saiu. A família recebeu um relato escrito de duas páginas descrevendo as duas semanas. Decidiram repetir a cada seis meses.
"Eu não sabia se ia conseguir descansar sabendo que ela estava em outro lugar. Mas depois da primeira ligação deles, consegui dormir cedo pela primeira vez em meses." — Filha da residente
Residência Mensal · desde março de 2025
Situação inicial
Um senhor de 76 anos, viúvo há dois anos, que morava sozinho no mesmo apartamento em Vila Mariana desde 1987. Os filhos queriam que ele se mudasse, mas ele não queria sair do bairro. A família buscava uma alternativa que não parecesse uma rendição.
O que aconteceu
Ele visitou a casa em fevereiro, gostou do café e da conversa com a Maria Fernanda, e decidiu tentar por um mês. Continua na casa quatro meses depois. Ainda passa pelo apartamento às vezes para pegar objetos, mas diz que a Cambuci é onde ele vive agora.
Resultado
Os filhos passam para visitar sem marcar horário. Ele vai ao banco, à missa e ao mercado acompanhado quando quer. A família tem uma conversa mensal com a coordenação. Sem crises, sem burocracia.
"O que me convenceu foi que eu continuei no mesmo bairro. A padaria é a mesma. A missa é a mesma. Só que agora tem almoço quando eu chego em casa." — Residente
Contato
Quer conhecer a casa?
Rua Domingos de Morais 1476, Vila Mariana, São Paulo — SP, 04010-200
Próximo passo
Gostaria de ouvir mais ou agendar uma visita?
Uma conversa por telefone ou uma visita à casa costumam responder a maioria das perguntas melhor do que qualquer texto.
Entrar em contato